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Carlos Nougué
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Seguindo a Santo Agostinho, diz Santo Tomás de Aquino na Suma Teológica que uma “lei” iníqua não é lei.
Ora, a “lei” do aborto de anencéfalos que acaba de ser aprovada pelo STF é iníqua. Vai contra a Lei Natural, que é uma impressão em nós da Lei Eterna e cujo fundamento supremo é: deve-se fazer o bem e não praticar o mal. Mas abortar qualquer feto, com má formação cerebral ou sem ela, pela razão, enfim, que for, é praticar o pior dos males que podem ser cometidos por entes como nós: o assassinato. Sim, porque ao contrário do que dizem as perversas palavras do Ministro Marco Aurélio Garcia – segundo o qual “fetos anencéfalos não têm vida” – eles não só têm vida enquanto lhes seguir batendo o coração, e não só têm vida porque têm alma, mas têm vida superior porque são dotados de alma espiritual, infundida por Deus mesmo no momento de sua concepção.
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Se assim é, se tal monstruosa “lei”, por iníqua e tão iníqua, nem sequer é lei, por isso mesmo não deve ser acatada de modo algum, nem pelas mães que tragam um anencéfalo no ventre, nem por nenhum médico – por ninguém. Acatá-la pelo simples fato de que é “legal” é esquecer que, sendo ela não só iníqua mas a tal ponto iníqua, fazê-lo é ir gravemente contra a Lei Natural, é ir gravemente contra a Lei Eterna, é ir gravemente contra a Verdade e a Bondade, é ir gravemente contra Deus mesmo. Quem o fizer, far-se-á tão iníquo quanto tal “lei”, porque, como sempre se disse em sã moral, uma lei ou uma ordem de superior que sejam contrárias à justiça – e sobretudo se muito contrárias – não eximem de responsabilidade culpável o cidadão ou o inferior que as cumpram.
Que esta decisão perversa do STF sirva ao menos para mostrar especialmente aos católicos que as forças liberais ou esquerdistas que hoje mandam no mundo e em nosso país não estão aí senão para servir ao Iníquo – e que especialmente às suas leis e ordens que firam os primeiros princípios da Lei Natural não podemos responder senão com o nosso mais firme NÃO.
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Em tempo: Curiosamente, a mesma sociedade que legaliza o assassinato de fetos humanos pune a quem, por exemplo, destruir ovos de tartarugas em risco de extinção. Como qualificar tal sociedade senão de doente, de estúpida, de perversa?
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Extraído do blog SPES

O dom da Cruz

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Sim, só as almas amantes é que sobem a rua da amargura! Só as almas amantes lhes é dado carregar a cruz!

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Ó cruz bendita, preciosíssimo tesouro escondido, debaixo de aparências bruscas, encerras tantas doçuras! Ó cruz quando fostes carregada pelos ombros de vosso Criador não sabias vós que ias servir de instrumento para que as portas do céu se abrissem! E vós, almas eleitas às quais é dado o dom precioso de carregar a cruz pesada de cada dia, na hora em que ela se apresenta, quem sabe cheias de medo e de pavor, pondes em nossos ombros, a cruz!
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Ah! se conhecesseis o dom da cruz, e de como outrora serviu ao Divino Mestre de instrumento, para nela executar a mais portentosa obra, como foi a da Redenção! Assim, também a vós, almas eleitas, a cruz vos serve para a mais portentosa obra a “santificação própria”.
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Ah! qual a obra  mais importante de uma alma?
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Sim, a obra mais importanteé a santificação própria. A cruz, alma querida, é esse baluarte preciosíssimo que vos defende dos inimigos carnais, pois o sofrimento, subjuga e vos faz conhecer o vosso nada! A cruz, destrona o império infernal. Filhos do pecado, sujeitos como estamos às misérias humanas, a cruz nos eleva, pois ela abate nosso amor próprio, fazendo-nos compreender que, para entrar na mansão celestial, é necessário sofrer! Os maus também sofrem, mas seus sofrimentos ficam neutros, porque eles sofrem sem a conformidade do Divino Crucificado. E porque é necessário sofrer? Ah! por causa de nossos pecados! O Divino Crucificado nos abriu as portas do Paraíso, entretanto, precisamos completar em nós a Paixão do Salvador, se quisermos ter entrada no Paraíso.
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Ó cruz bendita, eu vos saúdo, sê o sol nas minhas trevas.
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(O bom combate na alma generosa, Instituto das Missionárias de Jesus Crucificado – Campinas – 1ª Edição, ano de 1936, com imprimatur)
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Extraído do blog A grande guerra

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Extraído do blog A grande guerra

VIVA CRISTO REI!

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Recebemos uma carta com grave denúncia. Reproduzimos a seguir uma parte da carta (e depois faremos algumas observações):
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“Caríssimos:
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[…]
Há mais ou menos dois anos fiquei sabendo de uma história estarrecedora: grande parte das vacinas atualmente são feitas com tecidos de bebês abortados (vide texto abaixo *Vacinas de aborto). […] Eis links da Fiocruz que comprovam a informação:
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Outro link: informe técnico Ministério da Saúde vacinação 2011:
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[…]
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Outros links de onde retirei informações sobre as vacinas:
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E eis uma tradução do texto que se encontra neste último link.
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*VACINAS DE ABORTO
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A VERDADE ESCONDIDA
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Por mais de trinta anos, as indústrias farmacêuticas vêm produzindo vacinas derivadas de tecidos de bebês abortados, um fato que foi revelado quando vários artigos em prestigiados periódicos Católicos foram publicados sobre a moralidade de se usar essas vacinas. À medida que essas informações se tornaram amplamente conhecidas, um número crescente de médicos e pais muito preocupados com as questões éticas envolvidas escolheu se abster de usá-las ou dispensá-las. Os fatos são tanto assustadores quanto inquietantes.
Durante a epidemia de rubéola de 1964, alguns médicos aconselharam mães grávidas infectadas pela rubéola a abortar seus filhos, assustando-as com a possibilidade de que eles pudessem nascer com defeitos congênitos. Os pesquisadores começaram a colher o tecido fetal vivo, e no 27º bebê abortado eles acharam o vírus ativo. O vírus foi extraído do rim e classificado como RA/27/3, onde R significa RubéolaA significa Aborto27 significa 27º feto abortado para o estudo deles3 significa terceiro tecido retirado de feto abortado e colocado numa cultura. Esse vírus foi então cultivado no tecido pulmonar de outro bebê abortado, WI-38. Extraiu-se o WI-38 (que significaWistar Institute 38) do tecido pulmonar de uma menina intencionalmente abortada na Suécia no terceiro mês de gestação. Antes de se aperfeiçoar o uso de WI-38, houve pelo menos 19 outros abortos registrados usados nessas pesquisas.
Depois da liderança dos EUA, 10 anos mais tarde cientistas da Grã-Bretanha desenvolveram a MRC-5, extraída do tecido pulmonar de um menino abortado com três meses e meio de gestação. Essas duas linhas de células fetais são utilizadas continuamente para cultivar as variantes enfraquecidas do vírus de várias doenças para se produzir vacinas.
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Tendências atuais
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Pelo fato de que recebem aceitação pública pelas atuais vacinas, as indústrias farmacêuticas utilizam fontes existentes e novas de bebês abortados para o desenvolvimento de vacinas. A fonte mais recente é a nova linha de células fetais PER C6, criada pela indústria farmacêutica holandesa Crucell. Essa linha de células usa o tecido da retina de um bebê de 4 meses e meio de gestação, criado especificamente para o desenvolvimento de vacinas.
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Uma escolha e uma obrigação moral
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É importante lembrar que, exatamente como as terapias de células-tronco adultas (que são uma alternativa viável ao uso de embriões humanos destruídos), pode-se fazer vacinas a partir de fontes éticas. Contudo, o uso das atuais vacinas contaminadas é justificado para a realização de mais pesquisas imorais. Até mesmo importantes autoridades justificam o financiamento de pesquisas de células tronco embrionárias usando a vacina de catapora como precedente, alegando que os embriões, como os bebês abortados, já haviam sido destruídos. Mas em ambos os casos, seres humanos foram insensivelmente mortos para propósitos de pesquisas. A menos que demonstremos que não toleraremos tal exploração de bebês em gestação, a exploração irá piorar.
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Vacinas americanas de linhas de células de bebês abortados
e alternativas éticas
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Doença
Nome da vacina
Fabricante
Linha de célula (Fetal)
Versão Ética
Fabricante
Linha de célula (Não fetal)
Catapora
Varivax
Merck & Co.
WI-38, MRC-5
Não há
Não disponível
Não disponível
Hepatite A
Vaqta
Havrix
Merck & Co
GSK
MRC-5
MRC-5
Aimmungen
Não disponível nos EUA
Kaketsuken
(Japão & Europa)
Vero (macaco)
Hepatite A & B
Twinrix
GSK
MRC-5
Engerix (somente Hepatite B)
Comvax (somente Hepatite B)
GSK
Merck
Levedura
Levedura
Tríplice: Sarampo, Caxumba, Rubéola
MMR II
Merck & Co
RA273, WI-38
Não há
Não disponível
Não disponível
Sarampo-Rubéola
MR VAX
Merck & Co.
RA273, WI-38
Attenuvax – Sarampo
Merck
Embrião de pintinho
Caxumba-Rubéola
Biavax II
Merck & Co.
RA273, WI-38
Mumpsvax – Caxumba
Merck
Embrião de pintinho
Rubéola
Meruvax II
Merck & Co.
RA273, WI-38
Takahashi
Não disponível nos EUA
Kitasato Institute
(Japão & Europa)
Coelho
Tríplice + Sarampo
ProQuad
Merck & Co.
RA273, WI-38, MRC-5
Não há
Não disponível
Não disponível
Pólio
Poliovax
Sanofi Pasteur
MRC-5
IPOL
Sanofi Pasteur
Vero (macaco)
Raiva
Imovax
Sanofi Pasteur
MRC-5
RabAvert
Chiron
Embrião de pintinho
Artrite Ósteo-Reumatóide
Enbrel
Immunex
WI-26 VA4
Synvisc
Genzyme Bio.
Não há
Sepsia
Xigris
Eli Lilly
HEK-293
Pergunte a seu médico
Não disponível
Não disponível
Herpes-zóster
Zostavax
Merck & Co.
WI-38, MRC-5
Não há
Não disponível
Não disponível
Sob desenvolvimento: Ébola
TBA
Crucell/NIH
PER C6
Não há
Não disponível
Não disponível
Sob desenvolvimento: Gripe,
Gripe Aviária
TBA
MedImmune
Vaxin, Sanofi
PER C6,
HEK-293
FluVirin, Flu Shield
Flu Zone, Flu Blok
Chiron, Wyeth
Sanofi ,Protein Sci
Embrião de pintinho Lagarta
Nova: HIV
TBA
Merck
PER C6
Não há
Não disponível
Não disponível
Nova: Varíola
Acambis 1000
Acambis
MRC-5
ACAM2000
MVA3000
Acambis/Baxter
Vero (macaco)
Embrião de pintinho

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Nota: Se a vacina que você está questionando não está nessa lista, provavelmente não utiliza linhas de células de bebês abortados.
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Como você pode ajudar?
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Peça que seu médico só encomende vacinas de alternativas éticas, que não estejam contaminadas com células de bebês abortados.”
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 *  *  *
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Feita pois a denúncia, cabem agora as seguintes e importantes observações:
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• Todas as vacinas de cultivo em célula diploide humana são produzidas de fetos abortados.
• São elas para caxumba, rubéola e sarampo (tríplice viral), catapora (varicela), pólio, hepatite A e raiva.
• Dão-se abaixo outras direções de páginas com informação científica, para que se possam verificar os dados. Mas ressalte-se desde já que a página da Rede Nacional de Informação sobre Imunização, do Governo dos Estados Unidos:
* tenta justificar que as células foram retiradas de fetos abortados, e portanto mortos;
* defende que não foram os pesquisadores que induziram ao aborto;
* alega que as duas linhagens de células vêm sendo reproduzidas em laboratório por 35 anos;
* promove as vacinas de fetos como seguras e eficazes;
* rejeita as vacinas produzidas de animais como caras e inseguras;
* afirma ora que um menino foi abortado por rubéola e que esta vacina tem evitado novos abortos por rubéola;
* depois se contradiz nos artigos (ex.: John D. Grabenstein) afirmando que as linhagens WI e MRC foram retiradas de um menino abortado por “razões psiquiátricas”, de aborto terapêutico, aborto intencional da mãe… e por aí vai.
Eis os links:
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• A própria página da FioCruz descreve as vacinas produzidas por cultivo em células diploide humanas (entenda-se: de fetos abortados), como se pode ver nos links incluídos na carta transcrita acima.
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Estamos pois diante de um quadro de horror, que não pode dar-se senão num mundo quase totalmente descristianizado. Num mundo apóstata.
SPES
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Poupando embora a todos a imundície das imagens com que os gays em suas paradas e outros espaços envolvem nossos santos e nossas mais santas tradições, não podemos deixar de clamar aqui: Onde está a CNBB, onde estão todos esses que deveriam precipuamente defender a Cristo, onde estão todos esses que deveriam ser em ato Príncipes do Rei dos reis, onde estão esses que não erguem a voz contra tal ignomínia?
E, por outro lado, tal ignomínia não confirma o que se escreveu em outro artigo deste blog? Com efeito, “que filme, que livro, que qualquer coisa não arreganha hoje em dia seu esgar sardônico contra o catolicismo? Que pensadorzinho de meia-tigela atual não verte pelos cantos da boca o mais virulento veneno contra os sacramentos, contra a santidade, contra a virgindade, contra o matrimônio? […] Quanta blasfêmia contra a Cruz e a Mãe de Deus! Tal liberdade de crítica e escárnio, porém, dizem os liberais donos do mundo, é permitida porque não tira a liberdade dos católicos (a não ser quando se transforma em ação governamental e se proíbe a exibição pública dos símbolos católicos, enquanto se permite o uso público dos símbolos muçulmanos…). Façamos, então, por um breve instante, o esforço supremo de conter a náusea e dar ab absurdo – conquanto naturalmente sem conceder – o que propugnam os atuais senhores do mundo: que nos critiquem e escarneçam; estão no seu direito… Mas então, ‘paladinos da liberdade’, por que o Bispo Dom Williamson (da FSSPX) – não deixemos cair no esquecimento a afronta que sofreu e segue sofrendo este Bispo –, por que Dom Williamson não pode duvidar do número oficial de mortos judeus sob o regime hitlerista?”
Ainda que de nossa escala de formigas, não deixemos nós de clamar contra aquela ignomínia e contra esta injustiça. Não fazê-lo é incorrer, em ambos os casos, por razões diversas mas inter-relacionadas, em gravíssima omissão.
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Fonte: Seminário Permanente de Estudos Sociopolíticos Santo Tomás de Aquino – SPES

SPES

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Dom Williamson

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Dom Richard Williamson, entre nós orgulhosamente celebrado como “O Martelo dos Modernistas”, está sofrendo graves constrangimentos e perseguições. Acusam-no injustamente de “incitação racial” em razão de uma entrevista concedida, em 2009, a determinado canal de televisão sueco.
O vídeo dessa entrevista pode ser visto no YouTube. Nele se pode constatar facilmente que tais acusações não passam de repugnante mentira. Acaso seria ilícito questionar a história? Ora, fazem a todo o momento “revisionismos” históricos contra a religião católica, contra Cristo mesmo, e nem por isso nenhum dos que assim procedem é acusado de coisa alguma por nenhum estado. Por que então Dom Williamson não pode questionar o número oficial de mortos judeus sob o regime hitlerista? Que relação há entre duvidar de um número de mortos e qualquer incitação à violência ou promoção dos chamados crimes de ódio?
Ouça-se com atenção o que ele diz na referida entrevista, e responda-se a isto: em algum momento ele defende o nazismo ou o extermínio de judeus? Em nenhum momento. Logo, segundo os mesmos cânones do liberalismo dominante, ele não atenta contra a liberdade alheia.
Não estamos lançando aqui defesa alguma de nenhuma tese histórica. Apenas nos indignamos e tentamos defender da maneira como nos é possível um Príncipe da Igreja que vem sendo perseguido, de fato, não por causa de nenhum questionamento a episódios históricos. Bem se sabe que Dom Williamson não tem meias palavras quando defende a verdade de Cristo. Sabemos muito bem que é em razão deste zelo apostólico que este Bispo inglês é perseguido. Uma honra para ele – sofrer por amor a Cristo –; mas, se for da vontade de Deus, que se afaste dele este cálice.
 Posto isso, convidamos todos os católicos a que se juntem a nós, do SPES, numa campanha de orações por Dom Williamson, para que ele não perca sua liberdade dessa maneira absolutamente injusta, e para que as perseguições que movem contra ele se interrompam ou ao menos se atenuem.
Que Deus – se isto convier à sua perfeitíssima Providência – se apiede deste seu servo que Lhe é tão fiel até em meio a tão duras perseguições e difamações.
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SEMINÁRIO PERMANENTE DE ESTUDOS SOCIOPOLÍTICOS

SANTO TOMÁS DE AQUINO – SPES

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